29/01/15

* Participações dramáticas especiais - Projeto Drama Queen #15! ♥

postado por Carol Daixum

O Projeto Drama Queen está se espalhando pela blogosfera! :-) Eu e a Teca, drama queens loucas que quiseram gritar ao mundo “Sou dramática mesmo, DEAL WITH THAT”, temos recebido muito carinho e feedback legal e, pasmem!, encontramos muitas pessoas que se identificam com a nossa quase loucura.

É, drama queens, uni-vos! Vocês não estão sós. Pensando nisso, agora de vez em quando no projeto outras blogueiras dramáticas vão participar e dar seu depoimento dramático. A primeira é a Hellz, do blog Being Hellz. Vamos conferir o depoimento dramático dela? Conta aí, drama queen! ;-) 

Drama da Friendzone 
(Por Hellz) 

Olá você.

Eu? Bom, eu sou a Hellz (você deve estar pensando agora que eu tô me espalhando que nem praga por aí. Bom, é isso mesmo. Desculpa, mas vai ter que me engolir MUAHUAHUAHAUHA *gargalhada fatal). Eu vou dominar o mundo (talvez).

Maaaaaaaaaaas... vamos falar do que interessa: O que raios eu estou fazendo aqui, afinal, além de enchendo o saco de pessoas diferentes daquelas que já encho normalmente e de invadir o blog alheio? Eu vim ser drama queen *ajeita a coroa* e dizer que você não está sozinho no mundo.

A Teca linda (dona do blog Casos Acasos e Livros) me pediu pra escrever algo aqui e me fez a seguinte pergunta inspiradora: Qual o maior drama que você enfrentou em 2014?

Bom... ao ler isso eu respirei e soltei um p%$@ que p&*@# (pode falar palavrão aqui, produção?) e respondi a mim mesma: Eu não faço a menor ideia. Porque eu não faço a menor ideia? Porque viver na minha pele já é um drama, Brasééééél! E é quase inclassificável e impossível te dizer qual o maior drama que passei no ano passado. Ok, a friendzone foi uma drama grandão (que até compartilhei no blog), mas talvez eu tenha que confessar que houve um precursor da friendzone na minha vida (olha, notícia em primeira mão, wow!). O precursor da friendzone na minha vida foi: Um chute na bunda.

É. Eu só me apaixonei por uma amiga (pode ser gay aqui, produção?) porque fui abandonada antes. Não vou comentar muito sobre o relacionamento e esse blábláblá todo, mas o que doeu mesmo foram os motivos os quais tive de ouvir (e rir muito depois) para aceitar o término. Porque rir com o término? Porque tentaram me enrolar com o maior papo-furado do mundo. “Você é perfeita, mas o meu coração é burro. Eu me casaria com você, mas meu coração é burro. Você é tudo que alguém gostaria de ter, mas meu coração é burro”.

Ok, ok ok. Balela da história! Se alguém é tãããão bom, tããão perfeito, tãããão legal, tãããão cobiçado por todos, porque você não quer mais? Nunca vi ninguém querer casar com uma garrafa de veneno porque é ruim, mortal e todo mundo rejeita u.u

Sofri, chorei, disse que ia morrer, comi todas as barras de chocolate Laka do mundo. Fui rainha do drama mesmo e fiz jus à minha coroa. E depois eu comecei a gargalhar (percebe que essa é a minha reação natural à tudo? HAHAHAH até dentro do texto tenho que simbolizar risadas, me é inevitável). Mas eu ri porque entendi finalmente que a culpa realmente não era minha. Eu estava lidando com as fraquezas alheias. Se não tem caminhão pra carregar toda a minha estrutura, que vá embora logo e não impeça a passagem da fila que anda, meu aboooooor!

Aí surgiu uma amiga legal, nos reaproximamos, eu pensei que a fila tava andando (quando não passava neeeeem perto disso) e o resto da história vocês sabem: Cai na friendzone!

Sem mais delongas, é isso: Estar na friendzone não foi meramente culpa minha. Estar na friendzone foi culpa de ex e por isso juntem-se à mim e vamos matá-la. HAHAHAHAH Enfim... esse foi o maior drama de 2014 e ainda bem que ficou em 2014 mesmo! 

Hellz. 22. Brasil. Chata, sistemática, geniosa, geminiana, hipocondríaca, publicitária com alma de jornalista, escrevo diários, venero gatos que nem na época do Egito, inconstante, birrenta, míope, individualista, feminista, complicada, leitora frenética, estranha e romântica camuflada lutando eternamente contra o tédio através da informação.

**

Gostaram da participação dela? A gente adorou, principalmente a parte: "ajeita a coroa" hahahaha! Vamos adotar essa frase, viu Hellz? ;-) 

Quer participar também? Fale conosco nos comentários. Ah! E quem quiser ler os outros textos é só procurar por Projeto Drama Queen na caixa de busca aqui do lado. 

Beijocas, 

Carol e Teca. 


26/01/15

* Top 3 Literário: Três livros com lições valiosas! ♥

postado por Carol Daixum

Quando o assunto é leitura, adoro uma literatura chic. Não dispenso mesmo! Mas quer me fazer feliz de um outro jeito também? Aceito livros que me ensinam de alguma forma, nem que seja no mínimo detalhe. Às vezes eu não dou nada por ele, mas quando chego na última página, o meu caderninho (com os meus trechos preferidos) fica lotado. Histórias podem nos ensinar muito mais do que imaginamos. Então, para o post de hoje, separei três livros que marcaram e me ensinaram lições valiosas. Claro, que todo livro que eu escolho embarcar me acrescenta, porém esses têm um lugarzinho especial no meu cantinho da leitura (e no coração).


1. A menina que roubava livros

Eu estava passando por uma fase difícil. Daí, vi o trailer no cinema, fui na livraria, a capa me olhou e disse "compra, Carol". Fui obediente e levei para a casa. E não me arrependi nadinha de nada. A história me acrescentou muito e me ensinou que simples coisas podem fazer milagres quando o mar não está pra peixe. Por exemplo? Uma leitura. Fiquei pensando: por que eu não li antes? Porém, tenho certeza de que a hora que eu resolvi embarcar, era a hora certa. O livro também me mostrou a importância das palavras, da lealdade e da amizade. A vida roubou muito da personagem principal (a Liesel), mas ela deu a volta por cima. Se eu tiver a metade da coragem dela para sempre, já fico feliz. Mas a lição mais valiosa que eu aprendi: que um pai de coração, vale muito mais que um pai biológico. Os dois então, melhor ainda. Hans (pai adotivo da Liesel) é o melhor pai literário, sem dúvida. Ah! E a minha paixão por palavras e por histórias só aumentou. 

2. Coisas para fazer antes dos 30

A princípio, parece que é só mais um livro de comédia. Pelo título, mas o subtítulo já mostra que a história vai além. E vai mesmo! Aos 28 anos, a personagem principal tem que vencer um câncer de mama. Eu sei, parece triste e uma tortura literária. Mas vale dar uma chance. A história é real e a autora conta de uma forma leve tudo que aconteceu na vida dela. Claro que a gente chora, mas a gente vai na onda da personagem e consegue levar de um jeito menos angustiante. Essa história me ensinou (pelo menos na teoria), que uma das chaves para levar uma vida feliz é tentar encarar as coisas não tão boas com leveza. Gosto de ler esses livros para dar mais valor à vida e não ligar tanto para problemas menores. Claro que esses probleminhas são chatinhos e afetam muito, mas se o nosso olhar mudar, a gente consegue encarar essas chatices do dia a dia com mais tranquilidade e menos afobação. 

3. O melhor lugar do mundo é aqui

Sabe aquela história de que o livro escolhe o seu leitor? Depois de ter embarcado nessa história, acredito ainda mais nessa teoria. Ele já estava na minha estante há um tempinho, ai um dia pensei: quero ler alguma coisa que me ajude de verdade. E quem estava na estante me olhando? O próprio! Tirei lições valiosas e que vou carregar comigo para sempre. Como a importância do passado, do presente, do futuro e das nossas escolhas! A leitura me mostrou também que sempre tem um saída, sabe? Por mais que os problemas sejam grandes! Então, se a sua vida está boa, vai melhorar ainda mais. Se ela está precisando de uns ajustes, a leitura vai ajudar muito. Ah! Se você tem um caderninho e gosta de anotar trechos dos livros, sugiro separar um especialmente para esse livro. 

***

Acho que é isso, gente! Tirando o segundo livro, fiz resenha dos outros dois aqui e aqui.

Agora eu quero saber: qual é o top 3 de livros que ensinaram lições que vocês vão carregar para o resto da vida? Me contem aí! ;-)

Um beijo,
Carol.

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22/01/15

* Doces Indecisões - Projeto Drama Queen #14! ♥

postado por Carol Daixum



(Por Carol Daixum)

Sabe aquela história de "não sei se caso ou se compro uma bicicleta"? Minha indecisão vai além! Decidir é um verbo que eu não aprendi colocar na prática. Comecei a minha carreira brilhante lá no jardim de infância. Um dia a professora falou que eu tinha que escolher pintar o gato ou o cachorro e que era para decidir em 60 segundos. Demorei um minuto (e meio) e fiquei com coração na mão de deixar o gato pra lá. Tadinho, ele ia ficar sem cor. Carrego essa culpa até hoje. Foi nesse dia que eu escutei o meu primeiro "decide logo". Desde então, soube que ia escutar essas duas palavrinhas para o resto da minha vida. Aos 10 anos, meu pai disse no meio de uma loja gigante com milhares de Barbies que eu tinha que escolher uma. U-M-A! Isso se faz com uma criança?? Aos prantos, levei a Barbie Veterinária. Mas acho que não escolhi bem. A Barbie professora era mais legal, descobri quando a minha irmã mais velha escolheu essa. Passei um mês chorando no cantinho observando a minha irmã feliz e contente com a escolha dela. Ah! Também já tive que escolher ficar na fila para tirar foto com o Pluto ou o Pateta. Quer decisão mais difícil do que essa? Ainda bem que no ano seguinte ganhei um abraço do Pluto e um autógrafo todo desengonçado dele.

Tenho as indecisões mais sem noção e que causam uma confusão na minha mente. Por exemplo: escolher um chocolate. Desce um prestígio, kinder bueno e um Lindt (vermelhinho), por favor! O que eu quero ganhar de Natal? Até você, Papai Noel? Mas a pior de todas: escolhe um livro! Essa escolha é um corte profundo lá no fundinho do coração. Tenho uma lista gigante, não vou saber responder. Sempre algum título vai ficar de fora e é muita pressão para uma pessoa só. Aí também tem aquela: o que você vai ser quando crescer? Pelo amor! Sempre gostei de escrever, mas bate uma saudade dos palcos. Tenho vontade de invadir todas as peças de teatro e falar: sai, que eu estou subindo. Palhaçada! (brincadeirinha, com um fundo de verdade hahaha). Eu sei, toda escolha é uma renúncia. Mas quem disse que eu queria renunciar algo, hein?  

Mas sabe o que mais me irrita mesmo nessa minha indecisão toda e ajuda o meu posto drama queen ocupar o primeiro lugar (junto com a Teca)? Aquelas pessoas decididas, convencidas e que soltam frases do tipo: "nossa, você é muito indecisa. É só escolher, tão simples!". Claro, muito simples saber se eu quero ir para Paris ou para Verona. Se eu quero continuar o namoro ou terminar. Se eu mando mensagem, ligo ou fico quietinha. Se eu gosto mais do sapato nude ou rosa, sendo que eu tenho que deixar de lado o preto. Vai catar coquinho na ladeira, né? Ou escada abaixo. Sei lá, os dois! Ai não sei, vocês entenderam! 

Indecisão é uma das principais causas dos meus draminhas. Eu acho! Fico horas pensando, faço listinhas dos prós e contras. Chego a algum lugar, mas segundos depois mudo de opinião. Ai quando eu finalmente decido algo, ai vem uma pessoa e pergunta: tem certeza? NA BOA!!!!!!!!!! Mas a gente respira, abstrai e segue em frente, mas claro que aquilo vai ficar martelando para o resto da vida. Tenho inveja de quem só fica na dúvida se casa ou se compra uma bicicleta. Aliás, nunca entendi por que eu tenho que escolher um dos dois. Quero casar, dispenso a carruagem (droga!!) e ainda meu marido vai me levar na garupa da bicicleta que eu comprei com o meu dinheirinho. Melhor decisão não há. Ou há? O.k! Parei. ;-)  


Lembrando que o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Pequena Jornalista e o blog Casos Acasos e Livros. Ah! E todos os textos sempre têm uma dose de exagero e nem todos os fatos são reais, apenas fruto da imaginação das blogueiras mais dramáticas. ;-) 

Um beijo e uma quinta cheia de draminhas (engraçados), 
Carol. 

P.S: Crédito das Imagens - 1) Projeto Drama Queen (a imagem pegamos no site We ♥ It) / 2) Instagram Disney Irônica 


20/01/15

* Hipocondríaca, eu? – Projeto Drama Queen #13 (Por Teca Machado)! ♥

postado por Carol Daixum

Oi, Gente! 

Queria pedir desculpas mais uma vez pela falta de posts aqui no PJ. Fico bem triste quando isso acontece. Dessa vez, o motivo não é siso (e nem a dor no pescoço). Já estou 100%. Mas agora, estou aproveitando as últimas semanas da viagem. Os posts vão diminuir um pouco, mas vou passar por aqui pelo menos umas duas vezes por semana, ok? E quando eu chegar no meu lar doce lar, o blog volta ao normal, prometo. 

Na quinta, eu não consegui postar o texto que a Teca fez para o Projeto Drama Queen. Mas quem ainda não leu no blog dela, pode conferir hoje. E quem já leu, lê de novo, que está bem divertido! Tema da vez? Drama Queen hipocondríaca! Bom post!  ;-)

***


Eu que já sou um tanto dramática, quando se trata de doença entro no nível ultra hard. Não sou só drama queen, sou também hipocondríaca. E muito! Sempre acho que estou com alguma doença mortal, de preferência incurável.

Dei um espirro? H1N1.

Tossi? Tuberculose.

Mancha de sol na pele? Câncer.

Filmes sobre vírus que se espalham pelo mundo me deixam três dias sem dormir.

É, sou meio louca.

Meus pobres amigos formados em medicina sofrem comigo. Quando faço algum exame, antes de conseguir retorno no médico, fico impaciente e abro os envelopes para ver se está tudo bem, porque, né, é só ler que eu descubro (E é nesse momento que os médicos de plantão me xingam muito). Mas se uma coisinha parece errada, procuro no Google o que significa, já descubro se tem tratamento e só depois ligo em pânico para meus amigos dizendo que vi os resultados por mim mesma e agora acho que estou morrendo. Um deles certa vez até brincou comigo dizendo que eu realmente estava doente. Ele se arrependeu de ter feito isso depois que eu comecei a chorar de soluçar.

E o pior de tudo é que eu sofro sozinha. Fico aqui jururu achando que estou mal e não me abro para ninguém. Pensei que só eu era assim na minha família, até que descobri que não só a minha irmã, como também a minha mãe são tão exageradas quanto eu. Ufa, não estou sozinha na minha loucura e drama sem motivo.

Confesso que além de ter medo de fazer exames e descobrir que tem algo MUITO errado comigo, tenho horror, pavor e pânico de agulhas. Não por causa de doença, nesse caso é que pensar em alguém me furando me deixa em crise. Passo vergonha toda vez que preciso tomar vacina ou tirar sangue. Faço escândalo mesmo, é mais forte do que eu. Sempre que a enfermeira chega perto, começo a afastar, a gritar, a pedir para me dar um tempo, travo os músculos do braço e choro compulsivamente. Eu sei que quando mais nervosa eu ficar, mais a minha veia vai sumir, só que é involuntário. Geralmente é só lá pela 5ª tentativa que a enfermeira consegue. Nesse ponto ou ela está rindo horrores de mim ou com ódio profundo.

Acho que é na hiponcondríacisse (Sim, eu inventei essa palavra) que tenho os meus momentos mais drama queens e exagerados. Mas é engraçado que quando estou realmente doente não faço muito escândalo. Não fico “ai, de mim, socorro” ou tusso só quando alguém passa perto. Até fico contida. O problema é a ansiedade, a espera, a dúvida de saber se estou morrendo mesmo ou não.

Por incrível que pareça, nesse momento não acho que eu tenha nada mortal, então estou rindo de tudo o que escrevi.

E você, também tem um lado hipocondríaco beirando a loucura?

Levando os dramas da vida com muito bom humor e bastante exagero, o Projeto Drama Queen é uma parceria entre o Casos Acasos e Livros e o Pequena Jornalista.

Teca Machado. 

Autora do romance chick lit I Love New York, Teca Machado é uma devoradora de livros e filmes desde 1988 (Ok, mentira, desde 1994, quando aprendeu a ler). Alguém que compra livros pela capa, chora até com propaganda de margarina, é apaixonada por trailers, tem gostos mais adolescentes do que meninas de 14 anos, sonha com dinossauros e com o Bon Jovi, dá risada de si mesma, canta alto e dança no carro e pretende ser autora de Best Sellers. ;-)  * Dona do Blog Casos Acasos & Livros