29/09/2014

* Trilha sonora do filme "Mesmo Se Nada Der Certo"! ♥

postado por Carol Daixum

A dica do dia é a trilha sonora do filme Mesmo Se Nada Der Certo. A história é bem bacana (no final do post tem o trailer) e as músicas são românticas, cura fossa e por aí vai. Para baixar todinha, ou pelo menos, quase todas. Principalmente, as músicas que o Adam Levine e a Keira Knightley (que são do elenco) cantam. Pensando nisso, eu fiz uma seleção das canções que eu não paro de escutar. Então, Youtube aberto e aperta o play! ;-)


Uma parte da trilha sonora do filme
Mesmo Se Nada Der Certo

1. Step You Can't Take Back - Keira Knightley 
2. Lost Stars - Versão da Keira Knightley e do Adam Levine.
3. Like a Fool - Keira Knightley
4. No One Else Like You - Adam Levine 
5. Higher Place - Adam Levine
6. Tell Me If You Wanna Go Home - Keira Knightley 
7. Coming Up Roses - Keira Knightley 

Adorei esse vídeo da música "Like a Fool". 
;-)

Gostaram? Espero que sim! ;-) Ah! Eu sei que a semana acabou de começar, mas se você tiver um tempinho corre para o cinema e assiste. A gente sai da sala leve, feliz e com uma sensação boa. Sem falar que tem o Adam Levine no elenco. Tudo bem que ele aparece com uma barba ridícula, mas até assim ele consegue arrancar suspiros da pequena blogueira que vos bloga. Hahaha! Deixando o "piriguetismo" de lado, segue o trailer do filme. Já falei que vale muito a pena? 


O cenário principal é a música. E vamos combinar, quem não gosta? Teve uma cena, que eu não sei se eu entendi direito, mas diz que nesses filmes as trilhas sonoras dão um toque a mais nas cenas, que de repente não teriam tanta importância se não fosse a música de fundo. A mesma coisa serve para o nosso dia a dia, né? Momentos que poderiam passar sem a menor importância, ficam mais relevantes com uma trilha sonora. 

Podem opinar à vontade!

Um beijo, C. 


28/09/2014

* Para pensar: Plantar e colher! ♥

postado por Carol Daixum


Uma das melhores páginas do livro Pó de Lua ;-)
Crédito da imagem: Pequena Jornalista

Nossas escolhas determinam a nossa colheita. Plantar mudinha por mudinha, só depende da gente. Tem que ter atitude, já que nada cai do céu. E uma dose extra de paciência, amor, esperança e fé. Já que na maioria das vezes, o resultado não sai de uma hora para outra. Nessas horas, podemos contar com algumas pessoas sim. Mas muito mais como apoio moral. Tudo depende da gente, vai por mim. Nesse desafio de plantar e colher, pode rolar um desânimo no primeiro "não". A ordem é respirar fundo e não parar! Está permitido chorar um pouquinho, mas só um pouquinho. Tem colheita que tem um gosto amargo. Por uma conversa que não aconteceu. Na hora, ficar distante parecia ser a melhor opção. Ou outra atitude, que não foi nada legal. O resultado é arrependimento, mas bola para frente. Afinal, impossível só colher as coisas boas da vida, né? Fica como lição. Às vezes a colheita é um pouco diferente do que imaginamos, mas pode ser até melhor. E podemos perceber isso no meio do caminho mesmo! E como a gente colhe o que a gente planta, bingo. Realizamos os nossos sonhos. E o melhor, através do que a gente plantou (a melhor plantação). Uma das melhores sensações. Então, atenção: veja bem, o que você planta tudo é uma escolha. ♥  

Bom domingo! 
Um beijo, C. 


25/09/2014

Um showman perfeito: Michael Bublé em SP! (Por Teca Machado) ♥

postado por Carol Daixum

Eu sei, eu não sou muito (nada) imparcial quando o assunto é Michael Bublé. Sou fã mesmo e não é pouco, não. Mas eu juro que o show dele em São Paulo nesse final de semana foi simplesmente, totalmente, incrivelmente sensacional. E não fui só eu quem achou, não. Estou até agora maravilhada com as duas horas de apresentação do cantor canadense que é o amor da minha vida (Depois do Caio, que é o meu noivo lindão). 

Eu e o Caio na porta do ginásio do Ibirapuera

Antes do show começar, já foi ótimo. A apresentação de abertura era do Naturally 7, sete caras que fazem o beatbox mais perfeito que já vi, até com solos da guitarra. E o legal é que enquanto se apresentam, fazem gestos com instrumentos imaginários. Comprei o CD, peguei autógrafo e ainda tirei foto com eles. Aí começou o cara mais carismático, engraçado e showman que já vi: O Michael Bublé.



Ele cantou, dançou, encantou, fez piada, riu da cara do Justin Biber, cantou Everybody dos Backstreet Boys, tirou foto com gente da plateia, andou no meio dela, se filmou com o celular de uma moça que estava perto e achou um mini-Michael, um garotinho vestido igualzinho ele.

Sua voz não estava 100%, ele parecia um pouco rouco, mas nos entregou um show tão bom, que isso era um detalhe insignificante. Como ele disse, não faz shows ou concertos: Ele faz festas. E era sábado à noite, o que ele mais queria era festar. E foi isso que fez. O palco era incrível, com partes móveis e um imenso telão em HD, que em certos momentos parecia até em 3D, e um monte de telões menores no chão que se movimentavam e ele corria em cima. Uma super produção.

Olha a qualidade desse telão!

Impossível não se contagiar com a atmosfera criada por ele e pela gritaria e cantoria dos fãs. Quando MB (Sou íntima, tá?) cantou a sua música mais famosa, Everything, o ginásio do Ibirapuera quase foi abaixo. Eu só sabia pular, gritar, cantar junto e ficar com um sorriso besta na cara.

Mas o momento mais marcante, sem dúvida, foi quando já quase no fim do show o Naturally 7 apareceu outra vez e eles e o Bublé cantaram All You Need is Love, Beatles classic. De repente começou a maior chuva de coração de papel que já vi na vida. Ninguém esperava. A cara das pessoas era de maravilhadas. Eu, com certeza, fiquei com a boca aberta com cara de “uau” por vários minutos. Foi lindo.

Chuva de corações!

Saí de lá com a certeza de que o show valeu cada centavo que eu gastei com o ingresso, com a passagem de avião, com hotel e todos os outros gastos do final de semana. O Michael Bublé, se quiser, pode levar todo o meu dinheiro, ele merece.

Em 2012 fui ao show que ele fez no Rio de Janeiro e fiquei completamente fascinada. Não sabia que era possível, mas ele me fez admira-lo ainda mais depois de sábado. Não vejo a hora de ele voltar logo para o Brasil e eu ir assistir ao meu cantor preferido pela 3ª vez.

Fiquei meio perto do palco principal e pertinho desse 
outro que ele vai no meio do povo cantar :D

Teca Machado. 

Autora do romance chick lit I Love New York, Teca Machado é uma devoradora de livros e filmes desde 1988 (Ok, mentira, desde 1994, quando aprendeu a ler). Alguém que compra livros pela capa, chora até com propaganda de margarina, é apaixonada por trailers, tem gostos mais adolescentes do que meninas de 14 anos, sonha com dinossauros e com o Bon Jovi, dá risada de si mesma, canta alto e dança no carro e pretende ser autora de Best Sellers. ;-)  * Dona do Blog Casos Acasos & Livros


22/09/2014

* PJ Entrevista: Autora Stéfanie Medeiros! ♥

postado por Carol Daixum

Oi, Gente! 

Tem autora nova na área e um livro quase saindo do forno também. Dessa vez, o PJ entrevistou a Stéfanie Medeiros, uma das meninas do clube de leitura Meg's Army Book Club (não conhece ainda? clique aqui e conheça ;p). No dia 23 de outubro, será o lançamento do seu primeiro livro: Borboletas infinitas de coração imperfeito. É apaixonada por poesias? Não pode deixar de ler. Tanto o livro quanto a entrevista. ;-) 

Entrevista: Autora Stéfanie Medeiros

1. O que te motivou e inspirou a escrever um livro de poesias? Um autor do mesmo gênero ou a sua própria vida? Conte um pouco! 
R: A poesia foi meu primeiro contato com a literatura no sentido clássico da palavra. Um dia (há muito tempo), eu estava andando pelo centro de Cuiabá com meu pai e entramos no sebo que tinha perto da Praça Ipiranga. Lá, achei um exemplar de “Caderno H”, do Mario Quintana, o primeiro livro de poesia que realmente gostei. Depois disto, comecei a escrever poemas. O “Borboletas infinitas de coração imperfeito” é uma reunião de poemas que escrevi desde os meus 16 anos até agora (que estou com 22). O livro é, por assim dizer, um ‘apanhado’ das minhas primeiras experiências literárias.

2. Qual é a fórmula para uma poesia tocar a vida do leitor? Tem algum segredinho que não falha? 
R: Se tem, ninguém me contou ainda! Mas os poemas que eu mais gosto são os poemas ‘simples’. Eu me apaixonei pela poesia moderna, que já não usa tantas rimas e métrica. A simplicidade desses poemas, no entanto, é bem complexa. Como Manoel de Barros, por exemplo. Os poemas dele são acessíveis, as pessoas gostam, incorporam. São simples, mas com conteúdo “complexo”. Não estou dizendo que o que eu faço é assim, longe disso. Mas são por conta desses poetas que tomei gosto pela poesia. 

3. Para quem deseja ser uma escritora, o que não pode faltar? E como funciona todo o processo? 
R: O processo criativo é diferente para cada pessoa, mas tem uma coisa que não pode faltar para ninguém: disciplina. Independente do que você quer escrever, você vai fazer isso muito melhor com a prática. Algumas pessoas acreditam em inspiração e outras não. Se você acredita, você vai conseguir colocar a “inspiração” no papel muito melhor se você tiver prática na escrita. E isso só acontece se você escrever sempre.

4. Pretende seguir a carreira como escritora? Se sim, vai seguir o mesmo gênero ou arriscar outros? 
R: Sim, com certeza vou continuar nesta área. Mas acho que, além de ser meu primeiro livro de poemas, este vai ser o último do gênero. Já há um tempo passei para a prosa, onde quero ficar. A poesia veio como experimentalismo, como primeiro contato com o fazer literário. Mas agora eu quero seguir para “outro desafio”, por assim dizer. 

5. Se tivesse que salvar três livros de um incêndio, quais seriam os escolhidos (não pode ser o seu hahaha)?
R: Pergunta difícil! Mas eu salvaria, em primeiro lugar, o “Clarissa”, do Érico Veríssimo. Depois a primeira edição de “Harry Potter e a pedra filosofal”, da J.K. Rowling e em terceiro o “Caderno H”, do Mario Quintana.

** 

Prontinho. Gostaram? Espero que sim! 
Obrigada, Stéfanie! Desejo que o "Borboletas infinitas de coração imperfeito" seja o primeiro de muitos e que conquiste muitos leitores. E, gente, anotem na agenda: no dia 23 de outubro, às 19h30, o lançamento do livro será na Casa Barão de Melgaço, sede da Academia Mato-Grossense de Letras (AML) e Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso (IHGMT). Ah! Assim que eu receber as informações dos locais de venda, eu atualizo o post e coloco na Fan Page do blog. 

Beijos e boa semana, 
Carol.