20/10/2014

* PJ Entrevista:Artista Plástica Melinda Garcia! ♥

postado por Carol Daixum

Essa semana, a artista plástica Melinda Garcia lança a terceira edição do seu livro Holomovimento - Espelho D'Alma. A obra é um compilado de estudos sobre arte, ciência e religião. O surrealismo e o misticismo na obra de Salvador Dalí recebem o olhar meticuloso da autora. E como o PJ procura atender todos os "gostos" literários, resolvi entrevistar a Melinda. Vamos lá? ;-)


Entrevista: Artista Plástica Melinda Garcia

1. Como surgiu o interesse de escrever um livro que mistura arte, ciência, religião e física moderna? 
R: Estes assuntos sempre me interessam muito, e muito antes de assumir a necessidade de escrever sobre Salvador Dalí e sobre arte, e sobre o meu trabalho. 

2. Na sua opinião, o que o livro pode acrescentar na vida do leitor? 
R: Como o livro se baseia e usa como pano de fundo as pinturas de S. Dalí (embora trate também de alguns outros artistas de peso), pois Dalí pintava os próprios sonhos, nesta análise podemos estudar o inconsciente, como se dá a lapidação da nossa esfera psíquica, da nossa alma rumo à iluminação, o que vale dizer à vida eterna. Sua obra nos mostra que há um sentido para a vida e para a alma humana. 

3. Além da capa, o que vamos encontrar de novo nesta terceira edição? 
R: Esta é a segunda edição em papel (afora uma terceira em e-book), trouxe o Misticismo de Salvador Dalí, pouco explorado e divulgado, para primeiro plano e no local onde ele passa por Cristo, pela experiência de Luz, deixando cair por terra o ceticismos, a fragmentação. Nisto aproveito para demonstrar Cristo como sendo o primeiro cientista a dar provas de aniquilamento, de viajar e de fundamentar um novo tempo. 

4. Falando nisso, conte um pouco sobre os detalhes da capa que você criou. Qual foi a maior inspiração? 
R: Inspirei-me no episódio bíblico da Transfiguração de Cristo, e na segunda capa em Gala de las esferas da pintura de Dalí. Faço um retrato meu em estilo pop, rodeada de fótons e quantas de luz.

5. Salvador Dalí serviu como pano de fundo para você escrever esta obra. Conte um pouco sobre o motivo dessa escolha. 
R: Porque S. Dalí pintou os próprios sonhos e daí eu pude, ou consegui, "psicografar" por assim dizer, o seu psiquismo. Nenhum outro artista no panorama universal das artes, produziu como ele, fidedignamente, os próprios sonhos.

6. Podemos dizer que Salvador Dalí é uma inspiração para o seu trabalho, tanto como escritora, escultora e pintora? Conte um pouco. 
R: Não. Dalí não me inspira como estilo pictórico, o meu fazer artístico não tem relação com Dalí, mas posso dizer que a arte nos conduziu pelos mesmos caminhos, similares, de lapidação mental e espiritual.

7. Geralmente na última pergunta, eu peço para a autora escolher três livros para salvar de um incêndio. Mas dessa vez, eu vou fazer diferente. Se você tivesse que escolher entre as três áreas, qual seria a sua escolha? Por quê? 
R: A escultura é a minha paixão. Sou basicamente escultora. Aos 7 anos de idade tive a primeira passagem por uma escola de arte e experimentei a magia de modelar, o barro. Vi nisto uma graça recebida, um dom que eu abracei com paixão e sempre cuidei. Uma imposição da alma. Enfim, eu me tornei o barro que a arte ajudou a remodelar.

**

Muito obrigada, Melinda! Sucesso para você e para a nova edição do livro. ;-)

E para os interessados, o lançamento vai acontecer amanhã, dia 21 de outubro, às 19h, no Shopping Cassino Atlântico, em Copacabana. Ah! O livro está disponível na Livraria Cultura e na Travessa. E quem quiser saber um pouco mais sobre a artista plástica, mais informações e por aí vai, é só clicar aqui.

Um beijo,
Carol.

P.S: Crédito da foto - Site Melinda Garcia 
Agradecimento: Beatriz Merched. 


19/10/2014

* Para pensar (e apoiar): Outubro Rosa! ♥

postado por Carol Daixum

Oi, Gente, tudo bem? Espero que sim! :) 

E a seção "para pensar" de hoje é para apoiar o lindo movimento Outubro Rosa, que ajuda a divulgar a importância da prevenção do câncer de mama. Durante esse mês, tenho visto lindas ações, que tenho certeza de que ajudam muito as pacientes que estão enfrentando a doença e a conscientizar a população. Por exemplo, o Barra Shopping (que fica no Rio de Janeiro) junto com a Fundação Laço Rosa está mega apoiando o movimento e está todo rosinha. Dentre as ações do shopping, o público encontra uma caixa para doação de lenços para ajudar as mulheres que perderam o cabelo durante o tratamento. Já fiz a minha parte. Cariocas e turistas, ajudem também. ♥ 

E não para por aí. O blog Garotas Estúpidas em parceria com a Flávia, do Quimioterapia e Beleza, criaram a websérie Orgulho Pink. São quatro episódios com dicas de moda e beleza para mulheres que estão lutando contra o câncer de mama. Semana passada, elas postaram o segundo vídeo. É muito bacana o projeto! Quem quiser assistir, é só clicar aqui e aqui

Outra forma de apoiar o movimento, é baixando o aplicativo "outubro rosa", criado pelo shopping Tacaruna. O app usa um filtro todo rosa para a foto que você selecionar. Fica bem fofo e é um ótimo jeito de conscientizar quem faz parte das suas redes sociais. Segue o resultado da minha foto! 

Pequena Blogueira que vos bloga!
;-)

E os livros não ficam de fora dessa campanha. Vi algumas blogueiras literárias e editoras fazendo a parte delas publicando fotos de livros rosas (pode ter apenas alguns detalhes). Resolvi unir os meus livros e tirar a minha foto também. Adorei o resultado! Se você tem livro rosa, que tal clicar? Falando nisso, uma leitura que eu mega recomendo para todo mundo e, principalmente, quem está enfrentando ou já venceu o câncer de mama, é Coisas para fazer antes dos 30. Conta a história da Lisa, que aos 28 anos de idade teve de lutar contra a doença. A história é real e ela consegue contar de uma forma bem leve. Vale muito a pena! Eu emprestei para a minha psicóloga, que adorou e sempre indica para pacientes que de alguma forma tiveram ou tem de lidar com a doença.  

Cantinho literário "Outubro Rosa"
;-)

Acho que é isso, gente! Felizmente, não tive de lidar com essa doença horrível diretamente. Mas sei a importância da prevenção. Não somente durante o movimento Outubro Rosa e, sim, durante o ano todo. Ficar atenta, sempre lembrar sua mãe, irmãs e por aí vai. Quem quiser mais informações, o site da Fundação Laço Rosa é bem completo e o da Flavia também. Clique aqui e aqui. E faça de alguma forma a sua parte. ♥ 

Um beijo, 
Carol. 


16/10/2014

* Projeto Drama Queen! ♥

postado por Carol Daixum

Oi, Gente! 

Eu e a Teca, do blog Casos Acasos & Livros, estamos com um novo projeto para vocês queridos leitores: o Projeto Drama Queen. Cada semana, uma das duas vai escrever alguma situação do dia a dia em que o nosso lado dramática aflora e acabamos com todos os lenços de papel do estoque da farmácia ao lado, porque a sessão de choro não acaba por nada nesse mundo. Claro, tudo com uma dose exagerada de drama. Para começar, eu, pequena blogueira que vos bloga, revoltada master com o Whatsapp, escrevi um texto sobre esse aplicativo odiado por mim e por vocês, em algum momento da vida. ;-) 


"Escala de ódio Whatsapp: 10 mil ícones do Whatsapp!"
(Por Carol Daixum) 

"Como uma boa drama queen, tenho uma listinha de coisas que eu não morro de amores. Por exemplo, tampa de refrigerante. Funciona assim: compre e não beba, porque você vai demorar muito para abrir e a sua mão vai ficar roxa e dolorida. Escada rolante parada e a gente é obrigada a usar? Dá uma aflição. Agora quem ocupa o topo da minha lista é o Whatsapp e seu amiguinho 'última visualização'. Nossa, ódiozinho profundo. 

Eu adorava no começo. Os criadores (anotem os nomes para jogar vudu hahaha #brincadeirinha: Jan Koum e seu sócio Brian Acton) eram os meus heróis. Hoje eu desejo profundamente que as mensagens deles sejam visualizadas e ignoradas constantemente. Não é vingança, é lei do retorno. Se as cartas estão extintas, o e-mail está indo pelo mesmo caminho. Se você não olhar o seu grupo, considere-se excluída do programa de sábado à noite. E nada de reclamar, afinal você estava adicionada e "ciente" de todas as informações. É seu aniversário? Mensagem no Facebook já era, agora é pelo Whatsapp e olhe lá (eu até mandava parabéns por lá, mas só quando eu não conseguia falar com a pessoa, não tinha intimidade ou a pessoa estava viajando. E eu só perdoava nesses casos também). 

O meu drama aumenta quando eu mando mensagem, a pessoa fica online, do nada off, olho a última visualização mil vezes e confirmo: fui ignorada. Eu tenho uma teoria: se a pessoa teve cinco segundos para olhar, ela também pode tirar cinco segundos para responder 'oi, estou ocupado, depois eu respondo', acrescenta uma carinha feliz e fica tudo bem. Tão simples! Ok, eu também demoro para responder. Mas em minha defesa, o 3G não colabora quando estou na rua, às vezes eu tenho que pensar na minha resposta e algumas pessoas merecem sentir na pele. Aplico a lei do retorno mesmo e é isso. Claro, que o mundo não gira em torno do meu umbigo. Nem sempre a pessoa faz por mal. Talvez o boy não faça ideia das lágrimas que escorrem dos nossos lindos olhinhos porque ele visualizou e não respondeu. Mas poxa vida. Bom senso, sabe? 

Visualizou e não respondeu é praticamente um ato terrorista do mundo do Whatsapp. E quando a pessoa fica online mil vezes por dia e você confirma que foi ignorada? E esse papo de se distrai e tal, não funciona comigo. Choro a cada clique na porcaria do ícone verde. Nunca odiei tanto a cor verde. Dependendo da pessoa, essa história de 'ops, esqueci de responder' não desce. Para tentar mudar o rumo da minha vida, resolvi desativar o modo visualização. Mas não adiantou muita coisa, já que eu via a pessoa online sempre. Então, eu tomei uma decisão: deletei o aplicativo (pausa dramática). Fui terrivelmente criticada, mas sou ansiosa ao extremo e esperar não é o meu forte. Bloquear tal pessoa e blá-blá-blá não me ajuda em nada. Quem quiser falar comigo, saia da caixinha e arrume um jeitinho. 

Agora sem drama, ok, um pouco. Eu sei que o aplicativo facilita a vida. Para alguns, é o único meio de comunicação. Porém, afasta também. Em terra de Whatsapp, ligação é prova de amor. Sabia que você corre o risco de ficar sem o prêmio que você ganhou honestamente porque você não respondeu a mensagem no Whatsapp? Pelo amor. Não estou falando para todo mundo ser radical, mas eu torço por mais gestos reais e menos demonstrações virtuais. Há duas semanas eu não fico ansiosa ao extremo, não olho o celular de cinco em cinco minutos, não ignoro ninguém e ninguém me ignora, durmo melhor e sou mais feliz. Whatsapp me causou um trauma profundo. E as pessoas que usam em excesso mais ainda. As que ignoram, meu Deus, sem comentários. 

Então, seguem três recadinhos. Você visualiza, responde sem demorar e usa com moderação o odiado Whatsapp? Parabéns, você é um ser abençoado, iluminado e merece todo o meu amor. Agora, caro usuário que faz parte do time que visualiza, não responde, só fala através desse aplicativo e tal, vai catar coquinho na esquina (a sua sorte que eu sou educada =D). E leitora que faz parte do meu clube 'sofri, chorei, não aguentei e deletei', vem cá dá um abraço, drama queen de primeira. Você não está sozinha e está no caminho certo (pausa para as críticas da oposição)." ;-) 

Crédito da foto: Disney Irônica

Vocês também odeiam o Whatsapp e o usuário sem coração? Comentem! 

E podem opinar e sugerir à vontade. ;-)

Um beijo, 
C. 


13/10/2014

* PJ Entrevista: Autora Thati Machado! ♥

postado por Carol Daixum

A blogosfera é uma ótima fonte para conhecer pessoas incríveis. Através dos cliques diários e por aí vai, conheci o blog Nem Te Conto, da Thati Machado. Uma fofa, gente! E descobri que ela é autora do livro Ponte de Cristal, publicado pela Laço Editorial. Não poderia perder a oportunidade de entrevistá-la, né? Então, conheça um pouco do trabalho da Thati e do seu baby. Falando nisso, a história é sobre a escritora Mia Prescott, que não imagina que a sua decisão de acertar contas com o passado causará uma reviravolta em sua vida e colocará à prova todas as suas certezas. Vamos lá? ;-) 

Entrevista: 
Autora Thati Machado

1. Como surgiu a ideia de escrever o livro "Ponte de Cristal"? Qual foi a sua maior inspiração? A personagem Mia tem um pouco da sua vida? 
R: A vida é a minha maior inspiração. Observá-la e tentar decifrá-la (sem nunca conseguir) é o que me motiva. Gosto de observar a natureza, as pessoas, os gestos cotidianos etc e transformá-los em algo único. 
Posso dizer que eu nunca estive sozinha. Em minha mente habitavam vários personagens e eles sempre acompanhavam. Alguns deles se fizeram tão presentes em minha vida, que acabei criando histórias para eles. Foi assim com a Mia. Ela, assim como todos os personagens que crio, tem um pouco de mim, das minhas vivências, dos lugares que frequento, dos livros que leio, dos amigos que tenho. 

2. Uma curiosidade do livro que não contou para quase ninguém? Pode contar? :)
R: Bom, não há muitos segredos em relação ao livro. Quase ninguém sabe, mas durante a escrita de PDC, contei com a ajuda de uma amiga e leitora muito querida, a Rebeca. Ela era leitora assídua das minhas fanfics no Orkut e me acompanha até hoje. 

3. Para quem deseja ser uma escritora, o que não pode faltar? E como funciona todo o processo? 
R: Foco é essencial. Acho que todas as pessoas criativas tem um pouco de problema com a questão do foco. Estamos sempre pensando em algo novo e imaginando mil e uma possibilidades, e às vezes é difícil direcionar tudo isso para um único projeto. Todas as pessoas criativas que conheço possuem diversos projetos inacabados... Eu já fui uma delas. A escrita das fanfics me ajudou muito nesse sentido, pois meus leitores me cobravam novos capítulos e "ai de mim" se não os escrevesse. 
E bem, sobre o processo, vamos lá... Quando finalmente conseguimos escrever a última frase da história, pensamos: "Ufa, acabou!", mas não é bem assim. Ao final da escrita, o trabalho recomeça. É preciso revisar o texto inúmeras vezes antes de enviá-lo para as editoras. E conseguir uma editora que acredite no seu trabalho também é bastante complicado. Enviei o original de PDC para diversas editoras. Todos os dias eu sentava na frente do computador e ia atrás de mais e mais editoras. Recebi muitas respostas positivas, mas a maioria delas tinha um custo muito alto e eu simplesmente não podia bancar. A Laço Editorial foi uma grata surpresa para mim. 

4. Você sempre quis ser escritora? O que te motivou (e motiva) a escrever? 
R: Eu sempre quis trabalhar com algo que permitisse o uso da minha criatividade. Escrever sempre foi um hobbie para mim. Eu não me via como uma escritora, sabe? Mas nunca imaginei uma vida onde eu não estivesse escrevendo. 

5. Pensa em escrever mais livros? Conta um pouco! 
R: Como eu disse, sou muito criativa e sempre tenho mil e uma ideias na cabeça. Estou escrevendo um conto intitulado "Com outros olhos" que será disponibilizado gratuitamente muito em breve. Também já tenho planos para um segundo livro. Estou cheia de ideias, anotações e enredos. A história já tem até nome, mas é segredo por enquanto. E bem, também há um projeto de um livro de contos. Ele ainda está nascendo, mas estou muito contente de poder trabalhar com duas amigas escritoras, a Aimee Oliveira (autora de Pela Janela Indiscreta) e a Clara Savelli (autora de Mocassins & Allstars). 

6. Se tivesse que salvar três livros? Quais seriam os escolhidos? (não pode ser o seu hahaha)
R: Não posso salvar o meu? Vishi, difícil, hein? Recentemente não consegui listar nem os meus 10 livros favoritos, três é ainda mais difícil rsrsrs! Acho que salvaria a trilogia "Estilhaça-me", porque sou apaixonada pela Juliette e pelo Warner. 

Para finalizar a entrevista, recadinho fofo da Thati!

Bom, acho que é isso. Adorei ser entrevistada pela Carol, e sou muito grata a ela pela oportunidade de compartilhar mais sobre mim e o meu livro com vocês. Espero que tenham gostado. E ah, deem uma chance para PDC. Estou curiosa para saber a opinião de todos vocês!

** 

Gostaram? Eu adorei! Muito obrigada, Thati. Ansiosa para embarcar na aventura da Mia!
Quem quiser garantir o livro Ponte de Cristal é só clicar aqui ou aqui. Ah! E vale muito a pena conhecer o blog dela também. ;-) 

Enfim, podem opinar à vontade! 

Um beijo, C. 

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